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AGENDA

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1 – ORIENTAÇÕES SOBRE O CANTO LITÚRGICO

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PADROEIRA

22 de Novembro
Santa Cecília, Mártir
(
Século III)

 

SANTA CECÍLIA da nobre família romana dos Metelos, filha de senador romano e cristã desde a infância. Não se tem muitas informações sobre a sua vida. Escavações arqueológicas não deixam dúvidas, sobre a existência, mas sua história só foi registrada no século V, na narrativa Paixão de Santa Cecília.

Historicamente as mais antigas referências não lhe conferem dotes particulares de musicalidade. Sabe-se, contudo, que era uma jovem patrícia muito culta, pertencendo a uma das mais ilustres famílias de Roma pelo que, tendo recebido esmerada educação, a prática da música ser-lhe-ía habitual, tocando, provavelmente, algum instrumento como a harpa, a lira ou o saltério, pois o órgão, com que tão freqüentemente é representada, era ainda um instrumento grosseiro e pouco difundido.

Desposada contra vontade por imposição de seus pais, cumpriu o voto de castidade, já anteriormente  formulado fazendo saber a Valeriano – o noivo – que a sua alma, bem como o seu corpo, estavam consagrados a Deus: “Acho-me sob a proteção direta de um Anjo que me defende e guarda minha virgindade. Não queiras, portanto, fazer coisa alguma contra mim, o que provocaria a ira de Deus contra ti”.

“Vivamente impressionado” com as declarações da noiva, respeitou-lhe a virgindade, converteu-se e recebeu o batismo  pelo bispo de Roma (papa Urbano I). Valeriano relatou ao irmão Tibúrcio o que tinha se passado e conseguiu que também ele se tornasse cristão.

Com a perseguição aos cristãos feita pelo imperador Marco Aurélio, Turcius Almachius, prefeito de Roma, “teve conhecimento da conversão dos dois irmãos. Citou-os perante o tribunal e exigiu que abandonassem, sob pena de morte, a religião que tinham abraçado. Diante da recusa formal, foram condenados à morte e decapitados”. Colocada perante a alternativa de sacrificar aos deuses de Roma ou morrer, Cecília não hesitou e dispôs-se ao sacrifício. Quando, durante os interrogatórios, o prefeito Almachius lhe lembrava ter sobre ela direito de vida e de morte, respondeu: “É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida.

Foi condenada a morrer asfixiada por vapores. Após 3 dias sobreviveu ao suplício. Resolveram executá-la da forma tradicional (por decapitação) mas, após três golpes, ela ainda estava viva e lúcida e a lei romana proibia que se desse o quarto golpe. Ela agonizou 3 dias, morrendo em 22 de novembro de 230 a.C. (alguns historiadores situam a época entre 170 e 380 a.D.).

As diversas invasões dos godos e lombardos fizeram com que os Papas resolvessem a transladação de muitas relíquias de santos para igrejas de Roma. O corpo de Santa Cecília ficou muito tempo escondido, sem que lhe soubessem o jazigo.

Uma aparição da Santa ao papa Pascoal I (817-824) trouxe luz sobre este ponto. Achou-se o caixão de cipreste que guardava as relíquias, nas Catacumbas de São Calixto. O corpo, foi encontrado intacto e na mesma posição em que tinha sido enterrado.

Em 1599, por ordem do Cardeal Sfondrati, foi aberto o túmulo de Santa Cecília e o corpo foi encontrado na mesma posição descrita pelo papa Pascoal. O escultor Stefano Maderno que assim o viu, reproduziu em finíssimo mármore, em tamanho natural, a sua imagem.

Nas “Atas” do martírio de Santa Cecília, que se crê tenha ocorrido no ano de 230, lê-se: Enquanto ressoavam os órgãos, a Virgem Santa Cecília, no íntimo da sua mente, só a Deus se dirigia e cantava: “Permiti, Senhor, que o meu coração e o meu corpo permaneçam imaculados”, tradução da frase original assim iniciada – “Cantantibus organis Caecilia Domino decantabat dicens…”

Tomando falsamente a palavra “organis” (designação sumária de instrumento) por órgão, os pintores a fantasiavam tangendo-o como acompanhador dos seus piedosos cânticos. Isso deve-se em grande parte ao caráter religioso que, a partir do século XV, se atribui a este instrumento.

A Igreja ocidental, como a oriental, têm grande veneração pela Mártir, cujo nome figura no cânon da Missa. Desde o século XV, Santa Cecília é considerada padroeira da música sacra. Sua festa é celebrada no dia 22 de Novembro, dia da Música e dos Músicos.

SANTA CECILIA Acima, escultura de 1599 (Stefano Maderno, 1566-1636)
do corpo de Sta. Cecília da forma como foi encontrado
(Igreja de Santa Cecília).

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